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Brancos de Inverno, brancos que aquecem…

Brancos de Inverno, brancos que aquecem…

Engana-se quem pensa que os vinhos brancos são vinhos de Verão, alguns deles, devido ao seu corpo, estrutura e certas características, são vinhos para qualquer época do ano, inclusive nos dias mais frios.

Vinhos de grande estrutura e que acompanham praticamente qualquer tipo de comida, notadamente de grande concentração e complexidade, são vinhos que competem de igual para igual com muitos tintos em termos de persistência e potência e, ao mesmo tempo, sem perder a elegância e a finesse que são típicos dos vinhos brancos.

 

Para as comidas substanciais que o Inverno nos pede há brancos encorpados e ácidos que podem fazer verdadeiros milagres.

A ideia generalizada é que os brancos são servidos bem frescos e com comidas leves, mas há  brancos que requerem temperaturas mais altas e o aconchego de uma lareira ou de uma mesa substancial. São os chamados brancos de Inverno.

Chamamos brancos de Inverno aos vinhos encorpados, de grau alcoólico generoso e normalmente fermentados e estagiados em madeira. A classificação não tem que ser rigorosa. Há brancos leves e sem madeira que fazem grande figura à mesa durante a estação fria. De qualquer modo, os vinhos mais robustos e com maior teor alcoólico encaixam-se melhor nos condicionalismos térmicos do Inverno. O álcool ajuda a aquecer os corpos.

Quando os dias arrefecem, passamos a comer coisas mais pesadas, comidas de tacho, de aconchego. No Inverno bebemos também mais e preferimos os vinhos de maior volume alcoólico.

Quando os vinhos brancos são encorpados, calorosos, intensos, profundos e refinadamente frescos, então podem fazer verdadeiros milagres numa mesa de Inverno. Porque vinhos assim resolvem dois problemas essenciais: suportam e valorizam comidas mais substanciais e ainda ajudam a atenuar o seu peso, pelo menos de forma sensorial. Colam-se bem à gordura e às proteínas, exaltam os sabores mais delicados e ainda refrescam e limpam o palato. São vinhos com o seu quê de alquimistas. O que mais podemos desejar, além de uma boa companhia e, já agora, uma lareira por perto?

Temos o prazer de lhes apresentar um desses vinhos brancos de inverno, o Quinta do Tamariz Grande Escolha.

Com 13º de volume alcoólico, e uma complexidade trazida pela mistura das castas Alvarinho, Arinto e Loureiro, mas também pelo tempo em garrafa, é um vinho encorpado e maduro mas que conserva uma ótima acidez. Boca intensa e equilibrada, com final longo e agradável.

Deve ser servido entre 12º e 14º para exprimir toda a sua potencialidade e acompanha bem pratos de tacho, como as caldeiradas bem condimentadas, os arrozes caldosos, pratos de bacalhau, peixes assados no forno, polvo e também carnes sobretudo as brancas.

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